Nos últimos dias, tem sido de grande repercussão os dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a religiosidade do brasileiro. O levantamento aponta queda do número de católicos entre 2010 e 2022, mas sendo ainda o maior grupo religioso. Mas no estado do Rio de Janeiro, os números apontam um percentual muito próximo de católicos e evangélicos.
Segundo o Censo 2022, a população fluminense era composta, como representado no gráfico acima, por 38,92% de católicos, 32% de evangélicos, 3,53% de espíritas, 2,58% de religiões de matriz aficana (umbanda, candomblé), 5,86% que professam outras religiosidades e 16,89% sem religião ou ateus. Para se ter um comparativo, o estado de São Paulo, o maior do país, tem 52,24% de católicos e 27,33% de evangélicos. Apenas 10,46% dos paulistas se dizem sem religião ou ateus. Por outro lado, nos estados do Norte e Centro Oeste o número de evangélicos sobe para 36,8% e 31,4% respectivamente.
Por outro lado, o catolicismo liderou em todas as grandes regiões do país, com maior concentração no Nordeste (63,9%) e no Sul (62,4%). A maior concentração dos que se declararam espíritas era no Sudeste (2,7%), e os umbandistas e candomblecistas estavam mais presentes no Sul (1,6%) e no Sudeste (1,4%). O Sudeste (10,5%) também reunia a maior quantidade de pessoas sem religião.

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